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SAÚDE 29/11/2018 CAPS II comemorou quarto ano de atividades em Franco da Rocha

CAPS II comemorou quarto ano de atividades em Franco da Rocha

O Centro de Atenção Psicossocial Luiz Marcelo Mazarini Novaes, o CAPS II de Franco da Rocha, comemorou o quarto ano de atividades na quarta-feira (28), com encontro entre os frequentadores. A unidade, que integra o rol de serviços da Saúde, trabalha a reabilitação das pessoas que possuem transtornos mentais, por meio de atividades diversificadas.

As festividades incluíram pista de dança com os convidados do CAPS AD, mesa de comes e bebes e uma exposição do artista Antônio Rosas Satílio, frequentador do CAPS. Na ocasião, o pintor vendeu mais uma de suas belíssimas obras.

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“Temos uma série de oficinas – xilogravura e estamparia, em parceria com o Centro Cultural, entre outras atividades que tem por objetivo desenvolver ou fortalecer a autonomia dos frequentadores. Sabemos que a sociedade não aceita o que é diferente e nosso trabalho é exatamente no sentido de reinserir as pessoas que possuem algum tipo de transtorno mental à sociedade”, destaca a gestora do CAPS, Ana Paula Batagin Andreto.

“O serviço foi o primeiro da Rede de Atenção Psicossocial a ser implantado no município e vem agindo na promoção de acesso a cidadania das pessoas com sofrimento psíquico e também daquelas institucionalizadas há anos no hospital psiquiátrico do Juquery”, concluiu Ana Paula.
de existência.


CAPS

O Centro de Atenção Psicossocial de Franco da Rocha t dispõe de grupos de apoio, oficinas terapêuticas, realiza confraternizações, acompanhamento médico e medicação. Esta é a receita adotada para tratar os pacientes com transtornos graves.

Todo esse trabalho visa acrescentar habilidades às pessoas, diminuindo o dano causado pelo transtorno mental e envolvendo todos aqueles que fazem parte do processo de saúde-doença, ou seja: frequentadores, familiares, profissionais e comunidade em geral. A luta pela reinserção social começa no CAPS, mas direciona-se à comunidade para que a pessoa tenha acesso ao seu próprio território e à sua família. Por fim, a unidade dedica-se a evitar a internação hospitalar e construir autonomia tanto dos frequentadores quanto das famílias.

(Texto: Adriana Carvalho – Foto: Equipe CAPS II)